Olhe moço, vou lhe contar uma verdade sobre mim e sobre as coisas que escrevo. Sou um ser pulsante no mundo de modo que no que escrevo escorre algo como sangue, um sangue tão vermelho quanto púrpura com tons de roxo, azul-turquesa e violeta.
Em mim não habita o deserto que há no mundo, pulso aberto é o que sou. Oásis é o que sou.

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