Menina, para com isso!
Pare de me tomar assim
Como algo sempre teu.
Para, menina, de me fazer perder limites.
Pare de invadir os cantos escuros.
Caso você prometa parar eu te faço um convite,
Abro a porta e te faço um café,
Te convido a um jantar , a sentar-se no meu sofá.
Mas, menina, para de ficar me descobrindo.
Assim fico envergonhada, sabe. Fico mesmo com
Vergonha de te ver assim dissecando meus segredos,
Adivinhando meus pensamentos.
Sabe, porque você não se contenta com meus suspiros,
Querendo sempre mais, parece até que numa esquina
Você vai acabar encontrando minha alma.
E o pior de tudo isso é que minha alma quer tanto você.
Agora que estamos sentados no sofá te ofereço um cigarro
Mas pra minha surpresa nem minha boca e muito menos
Minhas mãos são minhas, e eu que pensei que podia dizer não.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Olhe moço, vou lhe contar uma verdade sobre mim e sobre as coisas que escrevo. Sou um ser pulsante no mundo de modo que no que escrevo escorre algo como sangue, um sangue tão vermelho quanto púrpura com tons de roxo, azul-turquesa e violeta.
Em mim não habita o deserto que há no mundo, pulso aberto é o que sou. Oásis é o que sou.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Aí está, tudo posto à mesa
e mesmo sobre o tapete da sala
ou mesmo nas paredes do quarto.
Está tudo ai , menina-mulher.
Está ,quando menina, nos olhos calmos e ternos,
nos dedos entre os lábios me olhando de canto e
dizendo ´´eu amo você´´.
Está quando mulher me atirando à cama,
me tirando a roupa me roubando suspiros e gemidos.
Está tudo ai, tudo como se fosse criado ou inventado
para o seu deleite.
Aí estou, suplicando sempre por mais.
Aí estou, cada vez mais em você.
Aí estou, presa em tuas costas.
Aqui está, para todo sempre
agarrada em minha coxa.
e mesmo sobre o tapete da sala
ou mesmo nas paredes do quarto.
Está tudo ai , menina-mulher.
Está ,quando menina, nos olhos calmos e ternos,
nos dedos entre os lábios me olhando de canto e
dizendo ´´eu amo você´´.
Está quando mulher me atirando à cama,
me tirando a roupa me roubando suspiros e gemidos.
Está tudo ai, tudo como se fosse criado ou inventado
para o seu deleite.
Aí estou, suplicando sempre por mais.
Aí estou, cada vez mais em você.
Aí estou, presa em tuas costas.
Aqui está, para todo sempre
agarrada em minha coxa.
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