Eu estou sempre por ai.
Você reclama da minha ausência
Eu estou aqui, por ai.
Aprendi a andar sozinha, como você queria.
Eu vou por ai, sempre disponível, acessível.
Muita coisa mudou nesse meio tempo
Eu mudei e , e você mudou também,
Não faz sentido querer que tudo permaneça igual.
Ainda ando pelas mesmas ruas, só que as paisagens mudaram,
Os meus olhos mudaram.
E eu, nunca estive tão presente.
Você fez parte disso. Já fomos muito juntas.
O sentimento continua vivo e aqui.
E eu, estou sempre por ai.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Irmandade
Como funciona?
É assim;
Acontece alguma coisa, qualquer coisa, e ...
A DD vai ter toda paciência do mundo
A Micas vai achar todos os lados cómicos possíveis,
A Fê vai dizer o que precisar se dito e,
E a Gê, tem essa estranha mania de analisar as coisas..
É assim;
Acontece alguma coisa, qualquer coisa, e ...
A DD vai ter toda paciência do mundo
A Micas vai achar todos os lados cómicos possíveis,
A Fê vai dizer o que precisar se dito e,
E a Gê, tem essa estranha mania de analisar as coisas..
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
sábado, 8 de agosto de 2009
Às vezes, mas só às vezes mesmo, sinto uma vontade enorme de escrever uma éstoria longa, com personagens e suas lembranças e seus conflitos e tudo o mais que as éstorias sempre contam. Eu tento mesmo me interessar e chego mesmo a me interessar, até a quinta página.
Aí os personagens me pesam com suas vidinhas e seus lugares-comuns e sua submissão aos meus desejos e projecções e, saber que tudo neles depende do meu humor ou falta dele me dói.
Aí os personagens me pesam com suas vidinhas e seus lugares-comuns e sua submissão aos meus desejos e projecções e, saber que tudo neles depende do meu humor ou falta dele me dói.
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Don
Eu não me obrigo a nada mesmo não, porque eu não conseguiria ser feliz e eu não saberia viver se não fosse. Eu vou fazendo, ou não fazendo, as coisas ao meu tempo...de acordo com minha vontade.. e por um motivo ainda desconhecido pela ciência elas sempre dão certo e sempre da melhor forma... Não me lembro de ter me dado mal sem ter tido um belo final no mesmo episódio.
eu desejo uma coisa e ela acontece, eu penso numa pessoa e ela aparece. Desejo um homem e em questão de dias me torno amigo ou conhecido dele.
pode parecer prepotência, mas não é. É um estranhamento que as vezes tenho de mim mesmo.
Consigo convencer pessoas a fazerem coisas que ate pouco tempo ninguém havia conseguido...
Desejo homens ricos e eles aparecem.
Homens jovens e bonitos, e eles aparecem
Mulheres, e ela aparecem,...e aos montes.
Desejo dinheiro e ele aparece onde eu menos esperava ,
é só desejar. A vida vai brincando comigo
e eu tenho muito medo dela.
Tenho medo de gastar todos os meus desejos agora e ser um adulto frustrado
eu desejo continuar assim, irresponsável e feliz. Só isso !
P.S ( É basicamente essa a nossa conversa por MSN)
Porto, 22 de dezembro de 1979
Zézim,cheguei hoje de tardezinha da praia, fiquei lá uns cinco dias, completamente só (ótimo!), e encontrei tua carta. Esses dias que tô aqui, dez, e já parece um mês, não paro de pensar em você. Tou preocupado, Zézim, e quero te falar disso. Fica quieto e ouve, ou lê, você deve estar cheio de vibrações adeliopradianas e, portanto, todo atento aos pequenos mistérios. É carta longa, vai te preparando, porque eu já me preparei por aqui com uma xícara de chá Mu, almofada sob a bunda e um maço de Galaxy, a decisão pseudo-inteligente.Seguinte, das poucas linhas da tua carta, 12 frases terminam com ponto de interrogação. São, portanto, perguntas. Respondo a algumas. A solução, concordo, não está na temperança. Nunca esteve nem vai estar. Sempre achei que os dois tipos mais fascinantes de pessoas são as putas e os santos, e ambos são inteiramente destemperados, certo? Não há que abster-se: há que comer desse banquete. Zézim, ninguém te ensinará os caminhos. Ninguém me ensinará os caminhos. Ninguém nunca me ensinou caminho nenhum, nem a você, suspeito. Avanço às cegas. Não há caminhos a serem ensinados, nem aprendidos. Na verdade, não há caminhos(...).Mais: já pensei, sim, se Deus pifar. E pifará, pifará porque você diz ”Deus é minha última esperança". Zézim, eu te quero tanto, não me ache insuportavelmente pretensioso dizendo essas coisas, mas ocê parece cabeça-dura demais. Zézim, não há última esperança, a não ser a morte. Quem procura não acha. É preciso estar distraído e não esperando absolutamente nada. Não há nada a ser esperado. Nem desesperado. Tudo é maya / ilusão. Ou samsara / círculo vicioso.Certo, eu li demais zen-budismo, eu fiz ioga demais, eu tenho essa coisa de ficar mexendo com a magia, eu li demais Krishnamurti, sabia? E também Allan Watts, e D. T. Suzuki, e isso freqüentemente parece um pouco ridículo às pessoas. Mas, dessas coisas, acho que tirei pra meu gasto pessoal pelo menos uma certa tranqüilidade.Você me pergunta: que que eu faço? Não faça, eu digo. Não faça nada, fazendo tudo, acordando todo dia, passando café, arrumando a cama, dando uma volta na quadra, ouvindo um som, alimentando a Pobre(...)
Pasme: acho que você é muito pouco religioso. Mesmo. Você deixou de queimar fumo e foi procurar Deus. Que é isso? Tá substituindo a maconha por Jesusinho?
Você quer escrever. Certo, mas você QUER escrever? Ou todo mundo te cobra e você acha que tem que escrever?
Pode estar confuso porque fica todo mundo te cobrando, como é que é, e a sua obra? Cadê o romance, quedê a novela, quedê a peça teatral? DANEM-SE, demônios. Zézim, você só tem que escrever se isso vier de dentro pra fora, caso contrário não vai prestar, eu tenho certeza, você poderá enganar a alguns, mas não enganaria a si e, portanto, não preencheria esse oco(...)
Eu conheci razoavelmente bem Clarice Lispector. Ela era infelicíssima, Zézim. A primeira vez que conversamos eu chorei depois a noite inteira, porque ela inteirinha me doía, porque parecia se doer também, de tanta compreensão sangrada de tudo. Te falo nela porque Clarice, pra mim, é o que mais conheço de GRANDIOSO, literariamente falando. E morreu sozinha, sacaneada, desamada, incompreendida, com fama de "meio doida”. Porque se entregou completamente ao seu trabalho de criar. Mergulhou na sua própria trip e foi inventando caminhos, na maior solidão. Como Joyce. Como Kafka, louco e só lá em Praga. Como Van Gogh. Como Artaud. Ou Rimbaud.É esse tipo de criador que você quer ser? Então entregue-se e pague o preço do pato. Que, freqüentemente, é muito caro. Ou você quer fazer uma coisa bem-feitinha pra ser lançada com salgadinhos e uísque suspeito numa tarde amena na Cultura, com todo mundo conhecido fazendo a maior festa? Eu acho que não.
Caio Fernando de Abreu
Zézim,cheguei hoje de tardezinha da praia, fiquei lá uns cinco dias, completamente só (ótimo!), e encontrei tua carta. Esses dias que tô aqui, dez, e já parece um mês, não paro de pensar em você. Tou preocupado, Zézim, e quero te falar disso. Fica quieto e ouve, ou lê, você deve estar cheio de vibrações adeliopradianas e, portanto, todo atento aos pequenos mistérios. É carta longa, vai te preparando, porque eu já me preparei por aqui com uma xícara de chá Mu, almofada sob a bunda e um maço de Galaxy, a decisão pseudo-inteligente.Seguinte, das poucas linhas da tua carta, 12 frases terminam com ponto de interrogação. São, portanto, perguntas. Respondo a algumas. A solução, concordo, não está na temperança. Nunca esteve nem vai estar. Sempre achei que os dois tipos mais fascinantes de pessoas são as putas e os santos, e ambos são inteiramente destemperados, certo? Não há que abster-se: há que comer desse banquete. Zézim, ninguém te ensinará os caminhos. Ninguém me ensinará os caminhos. Ninguém nunca me ensinou caminho nenhum, nem a você, suspeito. Avanço às cegas. Não há caminhos a serem ensinados, nem aprendidos. Na verdade, não há caminhos(...).Mais: já pensei, sim, se Deus pifar. E pifará, pifará porque você diz ”Deus é minha última esperança". Zézim, eu te quero tanto, não me ache insuportavelmente pretensioso dizendo essas coisas, mas ocê parece cabeça-dura demais. Zézim, não há última esperança, a não ser a morte. Quem procura não acha. É preciso estar distraído e não esperando absolutamente nada. Não há nada a ser esperado. Nem desesperado. Tudo é maya / ilusão. Ou samsara / círculo vicioso.Certo, eu li demais zen-budismo, eu fiz ioga demais, eu tenho essa coisa de ficar mexendo com a magia, eu li demais Krishnamurti, sabia? E também Allan Watts, e D. T. Suzuki, e isso freqüentemente parece um pouco ridículo às pessoas. Mas, dessas coisas, acho que tirei pra meu gasto pessoal pelo menos uma certa tranqüilidade.Você me pergunta: que que eu faço? Não faça, eu digo. Não faça nada, fazendo tudo, acordando todo dia, passando café, arrumando a cama, dando uma volta na quadra, ouvindo um som, alimentando a Pobre(...)
Pasme: acho que você é muito pouco religioso. Mesmo. Você deixou de queimar fumo e foi procurar Deus. Que é isso? Tá substituindo a maconha por Jesusinho?
Você quer escrever. Certo, mas você QUER escrever? Ou todo mundo te cobra e você acha que tem que escrever?
Pode estar confuso porque fica todo mundo te cobrando, como é que é, e a sua obra? Cadê o romance, quedê a novela, quedê a peça teatral? DANEM-SE, demônios. Zézim, você só tem que escrever se isso vier de dentro pra fora, caso contrário não vai prestar, eu tenho certeza, você poderá enganar a alguns, mas não enganaria a si e, portanto, não preencheria esse oco(...)
Eu conheci razoavelmente bem Clarice Lispector. Ela era infelicíssima, Zézim. A primeira vez que conversamos eu chorei depois a noite inteira, porque ela inteirinha me doía, porque parecia se doer também, de tanta compreensão sangrada de tudo. Te falo nela porque Clarice, pra mim, é o que mais conheço de GRANDIOSO, literariamente falando. E morreu sozinha, sacaneada, desamada, incompreendida, com fama de "meio doida”. Porque se entregou completamente ao seu trabalho de criar. Mergulhou na sua própria trip e foi inventando caminhos, na maior solidão. Como Joyce. Como Kafka, louco e só lá em Praga. Como Van Gogh. Como Artaud. Ou Rimbaud.É esse tipo de criador que você quer ser? Então entregue-se e pague o preço do pato. Que, freqüentemente, é muito caro. Ou você quer fazer uma coisa bem-feitinha pra ser lançada com salgadinhos e uísque suspeito numa tarde amena na Cultura, com todo mundo conhecido fazendo a maior festa? Eu acho que não.
Caio Fernando de Abreu
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Sobre nós(II)
Era verão. Chovia, estou quase certa que sim. Eu que quase não fui estava sem saber onde tudo isso iria dar.
Não nos conhecíamos, nem se quer sabíamos da existência uma da outra. É dessas coisas que acontecem para aqueles que nada procuram e que nada esperam. Cada vez mais me apego a ideia de que o segredo é não esperar que as coisas aconteçam. Distrair-se com a limpeza da casa, a arrumação das camas, o entulho na garagem, as aulas da semana. Não procurar, eis o mistério.
Tinha um disco na vitrola, um cigarro acesso e os meus olhos nos dela. Chovia.
Como começar uma conversa se ela não fuma e eu não sei dançar, pensei. E a vitrola a dizer que foi só por um segundo ,todo tempo do mundo, e o mundo todo se perdeu. Eu estava perdida.
Ensaiava aproximações com as intenções exposta na fase.
Resolvi chama-la pra dançar. Mesmo sem saber. Ela aceitou(Meu Deus!! E agora!!)
Ela disse para eu ter calma e seguir as batidas da música.
Ah!! A Música. Feita pra nós, feita para aquele momento. O Nome da cantora, não sei, acho que é Maria.
A voz dela, sim, eu me lembro. Mas não sei se era ela ou a moça em meus braços que sussurrou em meus ouvidos_ ´´Eu vi, pois é, eu reparei. Seus olhos buscaram nos meus o mesmo pecado febril´´
Acordei com dores nas costa, pois havia dormido no sofá, livro da Clarice nas mãos e o ronco da minha tia. Cristo!! como ronca aquele ser!!
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
À Fernanda
Ela é dessas que estão ai no mundo para poucos e ,as vezes, pra ninguém.
Paciência definitivamente não faz parte dos seus dotes. Compreensão sim - Caso você seja uma desses poucos com quem ela se importa.
E não exija nada dela, ela não trabalha sob pressão. Não, não tente compra-la com flores e palavras bonitas ela sente o cheiro de tudo que não seja de verdade.
Virginiana, pé no chão, adora ter certeza, venera a constância e não sabe , sim, não sabe como está conseguindo conviver com tantos psianos sonhadores e inconsequentes.
Talvez seja exactamente isso que aconteça, ela nos puxa pra realidade e nós lhe oferecemos um outro mundo.
Ela enxerga numa flor apenas a flor e nós, fazemos poesia. Ela prefere a prosa.
Caso você seja um desse poucos ela lhe mostrará um outro lado ..... Tão frágil ela é, o mundo lhe assusta , as pessoas e sua atitudes. E, como teme a solidão, gente.
Assustada ela procura um colo, uma mão que enlace seus cabelo e uma voz que diga : ´´ Já passou, foi só um pesadelo´´, ou que lhe prometa que amanha será um novo dia e certamente seremos mais felizes.
Mas, se você não for um desses poucos. Esquece. Você irá falar mil coisas e ela estará com o fone no ouvido ou terá ido embora. E, em hipótese alguma pergunte o que ela acha sobre você. Ela será sincera, sarcástica e mordaz.
E, tem uma memoria notável, portanto, cuidado com suas palavras.
E eu, na mais pura modéstia, me considero um entre esses poucos e posso garantir que de tudo que vale a pena .. ter conhecido e fazer parte do mundo dela é magico
Temos uma estranha mania de cultivar esperanças. E as cultivamos em redoma de porcelana, regando-as com as mais puras águas e adubando-as com as melhores fantasias recem-fabricadas.
Temos sim essa estranhissíma mania de interpretação. Qual quer coisa serve de material:
Olhares, sorrisos, frases soltas, objectos esquecidos, amigos em comum,gostos em comum.
Encaixamos o outro em projecções perfeitas, atribuído-o falas, cenas e sentimentos e acções.
Derrepente se descobre que esse outro não é exactamente isso que projectamos, que esse outro tem vida própria, desejos e vontades diferentes do que imaginava-mos.
Prefere vinho à cerveja
Arroz e feijão à pizza
Suco natural à coca-cola
Café filosófico à TLW
Fenomenologia à Psicanálise
E o pior de tudo.. Ainda por cima prefere Skinner à Freud.(Absurdo)
Como não ter notado, enxergado isso antes?
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Ontem estava eu a ouvir uma musica e a discutir com o compositor( o que não é nenhuma novidade). A música diz assim: ´´Se pudéssemos contar as voltas que a vida da para que agente possa encontra um grande amor´´.... O que não concordo é com isso de que agente encontra um grande amor, é esse grande amor que chega até nós. E, todos os dias eu trombo com pessoas que, com algum esforço, poderiam se tornar meu grande amor. E, o que é esse tal de grande amor?
Ele nada me respondeu a não ser ´´Se pudéssemos contar todas as estrelas do céu e os grãos de areia desse mar´´..
Eu posso passar horas ao lado do telefone esperando um ligação mas por que cargas d´água haveria eu de contar as estrelas e os grãos de areia? De que isso me serviria?
Ai mudei de música e uma voz estava dizendo que ´´Se todos no mundo fossem iguais a você que alegria seria viver´´
Pensei que, se todos no mundo fosse iguais a pessoa que amo, eu amaria muita gente e não amaria ninguém de fato, posto que amo justamente o que só ela tem.
Tentei ouvir outras músicas e achei melhor não tentar, a minha faculdade poética não estava em seu juízo perfeito ,eu deveria está sóbria demais.
Mas uma frase estava lá, perturbando o que eu insistia em dizer que era sono,
_ Eu queria ser a inspiração para os poemas dela.
Bem, é tudo que eu queria. Alguém para o qual eu possa escreve-los.
Ele nada me respondeu a não ser ´´Se pudéssemos contar todas as estrelas do céu e os grãos de areia desse mar´´..
Eu posso passar horas ao lado do telefone esperando um ligação mas por que cargas d´água haveria eu de contar as estrelas e os grãos de areia? De que isso me serviria?
Ai mudei de música e uma voz estava dizendo que ´´Se todos no mundo fossem iguais a você que alegria seria viver´´
Pensei que, se todos no mundo fosse iguais a pessoa que amo, eu amaria muita gente e não amaria ninguém de fato, posto que amo justamente o que só ela tem.
Tentei ouvir outras músicas e achei melhor não tentar, a minha faculdade poética não estava em seu juízo perfeito ,eu deveria está sóbria demais.
Mas uma frase estava lá, perturbando o que eu insistia em dizer que era sono,
_ Eu queria ser a inspiração para os poemas dela.
Bem, é tudo que eu queria. Alguém para o qual eu possa escreve-los.
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